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Vinte e dois docentes do IFMG integram câmaras de avaliação da Fapemig
O IFMG ampliou sua participação nas câmaras de avaliação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Ao todo, 22 especialistas da Instituição, vinculados à Reitoria e aos campi Bambuí, Betim, Formiga, Governador Valadares, Ouro Branco, Ouro Preto, Ribeirão das Neves, Sabará e Santa Luzia, foram convidados para integrar os grupos responsáveis pela análise técnica, julgamento e recomendação de projetos submetidos aos editais de fomento da fundação.
As câmaras de avaliação da Fapemig são compostas por pesquisadores e especialistas de reconhecida atuação acadêmica e científica, responsáveis por avaliar propostas de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico em diferentes áreas do conhecimento. O mandato dos novos integrantes será de dois anos.
Integram as câmaras os seguintes representantes:
Reitoria
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Marie Luce Tavares
Campus Bambuí
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Ana Cardoso Clemente Filha Ferreira de Paula
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Cláudio Ribeiro de Sousa
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Gustavo Augusto Lacorte
Campus Betim
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Gabriela Oliveira
Campus Formiga
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Bruno Cesar de Melo Moreira
Campus Governador Valadares
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Deborah Neide de Magalhães Praxedes
Campus Ouro Branco
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Ana Paula Mendes Alves de Carvalho
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Letícia Maria de Melo Silva Cheloni
Campus Ouro Preto
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Caroline Delpupo Souza
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Cristiana Santos Andreoli
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Elisangela Silva Pinto
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Juliana Miranda Soares Campos
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Pedro Luiz Teixeira de Camargo
Campus Ribeirão das Neves
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Camila Cristina de Paula Pereira
Campus Sabará
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Carlos Alexandre Silva
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Lucas Maia dos Santos
Campus Santa Luzia
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Carolina Helena Miranda e Souza
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Estela Maria Perez Diaz
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Fernanda Morcatti Coura
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Neimar de Freitas Duarte
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Priscila Brasil Gonçalves Lacerda
A participação de representantes do IFMG nessas instâncias reforça o reconhecimento da qualificação do corpo técnico e docente, além de ampliar a contribuição do Instituto nas políticas públicas de incentivo à ciência, tecnologia e inovação em Minas Gerais.
Reestruturação das câmaras
Recentemente, a Fapemig anunciou a reestruturação das câmaras de avaliação de projetos, que passam a totalizar 35 instâncias organizadas por áreas do conhecimento e especialidades. A medida busca ampliar a representatividade temática e institucional, além de conferir mais agilidade aos processos de análise e concessão de apoio a projetos de pesquisa no estado
